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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Condomínios têm inadimplência. Média é 10%

É média - há os que têm 40% de gente que não paga, e há os que estão rigorosamente em dia, com zero de inadimplência. Mas não dá para assustar ainda - a média é a mesma dos últimos anos, e são raros os casos de calote - na maioria das vezes o pagamento é feito com atraso.
Para muitos que moram em condomínios a razão do atraso é o valor, considerado alto. Criticam  a terceirização da mão-de-obra e gastos que consideram desnecessários.
Como o de corte de grama, num condomínio do Eloy Chaves, feito em dias de chuva. Cientificamente está provado que a grama cresce 1,5 cm por dia quando chove. Outros criticam  o excesso de pessoal contratado.
“Se alguém parar para observar - diz um morador de condomínio - vai notar que em muitos casos o serviço pode ser feito pela metade do pessoal existente. A gente vê da janela rodinhas de faxineiras na conversa, no celular, e sem trabalhar”.
O não pagamento da taxa de condomínio pode levar o dono a perder o imóvel, caso a dívida seja muito grande e não haja acordo na Justiça. Um levantamento do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), junto ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, mostra que foram ajuizadas 689 ações em maio deste ano.
Quem mora em apartamento compara sempre o valor pago com o de outros prédios. E aí a bronca aumenta - há prédios que têm taxas menores, mesmo oferecendo mais. Outros se queixam que foram enganados na hora da compra, e descontam a ira com atrasos - caso de  um senhor que comprou apartamento, aqui no Eloy Chaves, com a garantia do corretor que não era permitido ter cachorro no prédio. Quando se mudou, descobriu que todos os seus vizinhos têm cachorros barulhentos. Mas á era tarde. Seu apartamento está à venda.

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