“Galinhagem” de Sininho levou Polícia aos black blocs
Não foi tão difícil assim para a Polícia chegar aos líderes dos black blocs, os ativistas que incendiavam, literalmente, as manifestações de rua. Uma delas, sentindo-se traída, resolveu entregar o ouro.
A história é assim: Anne Josephine Louise Marie Rosencrantz é (ou era) ativista do grupo e ajudava nas manifestações. Anne era namorada de Luiz Carlos Rendeiro Júnior, o Game Over e a coisa era séria.
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| Sininho roubou namorado da amiga e foi delatada |
Elisa Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, líder do grupo, roubou o namorado de Anne, que só descobriu a traição depois de muito tempo. E mulher com o amor próprio ferido é um perigo, principalmente para outra mulher.
Anne procurou a Polícia e contou tudo o que sabia. Deu no que deu: a Justiça chegou a decretar a prisão de 22 líderes do grupo, já soltos graças às liminares. Mas Anne deu detalhes sobre Sininho. Contou, por exemplo, que ela chegou a levar galões de gasolina para colocar fogo na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, e que dela partiam as ordens para o quebra-quebra que aconteciam nas manifestações.
Depois de descobrir o chifre, Anne passou a desconfiar de Sininho em tudo, mas uma vez, ao questioná-la, ouviu que precisava respeitar a hierarquia do grupo. E essa hierarquia incluía namoro e sexo. Conclusão: por ser líder do grupo, Sininho teria preferência na cama de Game Over.
Numa das vezes em que Sininho foi presa, Game Over ficou do lado de fora do ônibus (sim, a Polícia prendeu tanta gente que precisou de um ônibus) consolando-a. A cena foi fotografada e publicada nos jornais. Não deu outra - acendeu o alarme de Anne.
O grupo todo está enrolado em inquéritos policiais, principalmente por causa das agressões à Polícia e às depredações. Anne fez parte disso, mas agora, como entregou todo mundo, terá um tratamento mais ameno da Justiça. Passa o tempo e ninguém aprende - Collor e Pitta também entraram pelo cano por subestimarem o amor próprio ferido da mulher.

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